A greve dos professores continua, apesar de tudo. Mas agora, penso que nossa tarefa maior é esclarecer a população DIRETAMENTE, explicando a alunos e pais de alunos, o porquê de nosso movimento. Como fizeram os colegas na escola Hilda Vieira, na foto aí emcima.
Se ganharmos a comunidade para nossa justa causa, pronto. Isso é o que interessa. O jornal do Jader Barbalho é que não vamos ganhar mesmo, e, pelo andar da carruagem, não vamos conquistar nem mesmo a tolerância de nenhum dos poderes constituídos; até o Ministério "Público" (que deveria mandar o governador cumprir a Lei do Piso) voltou-se contra nós, pressionando a Seduc a abir procedimentos administrativos contra os grevistas.
A orientação agora é essa: vamos dialogar com alunos e pais de alunos; eles entenderão que nossa luta é pela educação de qualidade, e saberão separar os que realmente tem responsabilidade com o ensino, dos políticos de plantão, oportunistas que só vêem no Estado um COFRE para aumentar de forma fácil e rápida suas fortunas construídas sem o suor laboral, que é nossa marca registrada. Jader Barbalho, Duciomar Costa, Almir Gabriel e companhia que o digam.
Por isso, defendo que marquemos reunião com alunos e pais de alunos em todas as escolas, não apenas para dar uma justificativa, mas para explicarmos os motivos de nossa greve.
Por isso, defendo que marquemos reunião com alunos e pais de alunos em todas as escolas, não apenas para dar uma justificativa, mas para explicarmos os motivos de nossa greve.

Com certeza caro John Charles Torres. Inclusive existe o programa "Mobilização Social pela Educação", do MEC, que faz uma chamamento a sociedade para ajudar na busca da qualidade na Educação. Dentre os seis imperativos para que haja qualidade, de acordo com o MEC, dois são a mobilização e responsabilização social. Mobilização da sociedade e responsabilização dos governantes para que efetivem as políticas públicas. Abraços fraternos!
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