A rede de academias Smart Fit tem registrado filas enormes de clientes. Não para treinar, mas para fazer o cancelamento do plano. Na unidade da Rua Barão de Limeira, no centro de São Paulo. A atitude é um protesto pelo fato de Edgard Corona, o dono da rede de academias, estar sendo investigado por financiar fake news no processo comandado pelo Supremo Tribunal Federal. Mais Aqui.
A militante bolsonarista Sara "Winter" Giromini deixará a cadeia nesta quarta, quando termina o prazo da prisão temporária. Líder do grupo extremista '300 do Brasil', Sara foi presa em 15 de junho por ameaçar o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e organizar atos antidemocráticos.
Os investigadores devem pedir à Justiça que a bolsonarista seja monitorada por tornozeleira eletrônica e fique proibida de ir a determinados lugares.
Na terça-feira, a Polícia Federal prendeu o sexto integrante do grupo de Sara Winter. Daniel Miguel cumprirá prisão temporária pelo prazo de cinco dias. Ele é investigado no inquérito que apura os atos antidemocráticos.
A foto acima relembra o tempo em que Sara era feminista e lutava contra o machismo bolsonarista.
"Liberdade de expressão não é liberdade de destruição". Ministro Alexandre de Moraes, do STF, ontem, ao expor seu voto a favor da manutenção do inquérito das fakenews.
"Em 28 de abril, a polícia civil do Pará cumpriu mandados de busca e apreensão em Belém, nas casas de três blogueiros: Eduardo Sarmento Cunha, Diógenes Silva Brandão e Jhonathan Souza da Silva, responsáveis pelos blogs Amazon Live, Falas da Pólis e Pará Web News". "Os três foram acusados de disseminar notícias falsas em redes sociais e portais jornalísticos. A polícia apreendeu ainda aparelhos eletrônicos e de informática, documentos, cadernos de anotações e outros objetos de uso pessoal dos investigados".
As informações acima são do site do jornalista paraense Lúcio Flávio Pinto, que deixa no ar a pergunta: As ações da polícia civil estadual são realmente uma ação de repressão contra a propagação de notícias falsas e crimes cibernéticos ou uma caça às bruxas contra adversários políticos do governador Helder Barbalho?
Lúcio Flávio levanta ainda suspeitas sobre o comportamento omisso da grande imprensa paraense a respeito deste caso. Uma boa reflexão para quem quer saber a verdade dos fatos.