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domingo, 26 de julho de 2020

Rock de motel

Sabe aquela música que você ouve a primeira vez e não quer mais parar de ouvir, podendo até passar uma tarde ou uma manhã toda ouvindo?

Pois é, a música aí embaixo é uma delas. Chama-se Superstar e é de uma banda de rock alternativo chamada Sonic Youth. Eu as descobri num filme chamado Juno, uma comédia romântica de 2007 e logo me tornei fã de carteirinha da banda. Costumo dizer que essa música é uma mistura de rock com música de motel, no estilo daquela música francesa Emanuelle (quem é mais coroa sabe muito bem do que estou falando).

Quem se der ao trabalho de conhecer um pouco mais do Sonic Youth vai perceber que a música é praticamente um ponto fora da curva no repertório da banda. É uma daquelas baladas que os roqueiros compõem quando já estão de saco cheio de tanta barulheira e distorção.

A banda é uma das minhas queridinhas e das que mais ouço atualmente, e a música, o que dizer, além de ter preenchido muitos minutos monótonos em algumas filas de espera ou viagens de ônibus. Espero que gostem.

Live carnavalesca: Hoje é dia de samba paraense ao vivo

Diz o ditado: "Quem não gosta de samba bom sujeito não é". Não sei se é verdade, mas sei que a nata do samba paraense estará reunida hoje à tarde, a partir das 15h, para promover a Live das Escolas de Samba paraenses.



O evento tem a coordenação das Escolas de Samba Associadas (ESA), liga que representa escolas do porte do Quem São Eles.

Assista Aqui:



Com o lema "Carnaval é necessário", o evento contará com a participação de cantores e músicos das escolas de samba do grupo especial do carnaval paraense e será transmitido ao vivo e simultaneamente pelo Youtube e Facebook.

Para participar, basta inscrever-se no canal da ESA no Youtube ou curtir a página da entidade no Facebook, conforme orientação abaixo.




Segundo o carnavalesco Glaucio Sapucaí, um dos organizadores da live, o objetivo do evento é "proporcionar momentos bem especiais preparados com bastante carinho para os amantes do samba e do carnaval paraense".

Então, é só gelar a cervejinha, o refri, a água e preparar o tira-gosto, e curtir o melhor do samba paraense da atualidade neste domingão de distanciamento social.

sábado, 25 de julho de 2020

Hora da Música Clássica: Barroco, Sebastian Bach

Inauguro hoje esta seção voltada àqueles que querem conhecer um pouco da chamada música clássica, um gênero muito ignorado pela grande maioria da população, mas que, pela sua riqueza artística e sua sofisticação técnica, pode contribuir em muito com o enriquecimento cultural e espiritual do ser humano, de uma forma universal, pois este é o verdadeiro caráter da boa música: ser universal.

Começo com o principal representante da época ou estilo barroco, Sebastian Bach. Trata-se de uma das épocas musicais de maior extensão, fecunda, revolucionária e importante da música ocidental, e provavelmente também a mais influente até hoje.

A primeira "música" é o Concerto para Violino em Lá Menor, com a performance da violinista alemã Julia Fischer, acompanhada pela orquestra Baltic Sea Youth Philharmonic, sob a direção do maestro Kristjan Järvi.

Espero que gostem dessa primeira experiência.

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Live da sexta: Alcir Lobato canta Rita e Raul

Logo mais, às 22h, o músico paraense Alcir Lobato estará promovendo mais uma "live da sexta", direto do Conjunto Satélite, em Belém, para o mundo, através do Facebook. Na trilha sonora, músicas dos roqueiros Rita Lee e Raul Seixas.


domingo, 21 de junho de 2020

Dica musical: Levante o astral ouvindo um pouco de trance

Pode não parecer, mas eu sou um cara muito eclético. Digo isto por que muita gente me identifica como roqueiro. Só que não, eu já fui bem mais "roqueiro" do que sou hoje.

Atualmente, eu sou de iniciar o dia ouvindo Roberto Carlos, almoçar escutando MPB, passar a tarde trabalhando ouvindo Enya, iniciar a noite ouvindo heavy metal e ficar até tarde estudando ao som de jazz ou música clássica.

Um dos estilos que tenho conhecido ultimamente é o trance, um tipo de música eletrônica voltado para a psicodelia e o inconsciente. Tenho gostado especialmente sob dois aspectos: primeiro, é uma música que me eleva o astral, me joga pra cima, reforça a minha disposição para atividades físicas. Segundo, é uma música que também me ajuda na concentração para tarefas mais intelectuais, como escrever, estudar ou trabalhar.

Portanto, queria apresentar pra vocês um pouco desse estilo musical que tem feito parte da minha rotina nos últimos anos, junto com outros gêneros como falei lá em cima.

O trance é uma vertente da música eletrônica que emergiu no início da década de 1990. O gênero é caracterizado pelo tempo entre 125 e 190 bpm, apresentando partes melódicas de sintetizador e uma forma musical progressiva durante a composição, seja de forma crescente ou apresentando quebras.

A tradução literal do termo trance para português é transe. O nome foi recebido devido às batidas repetitivas e pelas melodias progressivas características, que levam o ouvinte a um estado de transe, de libertação espiritual, enquanto ouve.

Pra quem quer conhecer um pouco mais desse estilo muito estigmatizado como música de maconheiro e ou de playboy  (o que é puro mito, pois há usuários de drogas para todos os gêneros musicais), deixo aqui três vídeos, um com uma breve história da música trance, outro com uma música de um dos maiores nomes do trance da atualidade, a dupla israelense Vini Vici, e o último um hit de um dos precursores da música trance atual, Robert Miles, meu preferido, já que é da minha época.

Espero que curtam.





Quer conhecer um pouco mais sobre trance, clique aqui.

Ô sofrência!

O Brasil é o país que mais passou a ouvir músicas tristes na quarentena.

Levantamento analisou 200 canções mais tocadas do Spotify em 34 países; clássicos reconfortantes também ganharam força.



Mais aqui na matéria da Folha.